Uma nova abordagem:  

Muitas vezes o sucesso das respostas está oculto na maneira de se fazer uma pergunta. O que as macroestruturas tem a nos ensinar sobre as microestruturas? E essas, por sua vez, o que tem a nos oferecer acerca daquelas? Tendo a Natureza se mostrado à nossa razão sempre através de simetrias elegantes e ciclos que interagem em diferentes escalas de abrangência, seria sábio continuar buscando respostas orientadas pelas "mesmas pautas" onde foi escrita a "sinfonia universal", sem no entanto não nos afastarmos da humildade necessária para reconhecer "frases" nunca antes vistas, "tons e semi-tons" em combinações nunca antes imaginadas...
Vejam esta notícia sobre matéria escura, na Nature:
sobre a teoria de campos:
existe matéria assosciada aos campos gravitacionais? (ou "dissosciada" ao longo deles? - matéria entre matérias?) Haveria um lugar para uma nova interpretação do "éter" na teoria de campos? (Materia-energia assosciada aos campos gravitacionais estendidos entre os corpos celestes no espaço-tempo?) Quais as implicações nas interpretações de Big-Bang e Big-Crunch? É possível desenvolver estudos nesses ítens através de analogia com sistemas do microcosmo (Física Quântica e de Partículas)? Onde estão os "elos perdidos", podemos deduzí-los através dessa estratégia?
 vejam esta matéria da revista Astronomy:
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Modelo cíclico

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Nos anos 1930, físicos teóricos, mais notavelmente Einstein, consideraram a possibilidade de um modelo cíclico para o universo como uma alternativa (eterna) para o "Big Bang". Entretanto, trabalho de Richard C. Tolman mostrou que este inicialmente falha por causa do problema da entropia. Em mecânica estatística a entropia somente aumenta por causa da segunda lei da termodinâmica. Isto implica que sucessivos ciclos têm de ser maiores e mais longos. Extrapolando no passado, ciclos antes do presente teriam de ser mais curtos e pequenos culminando em um Big Bang e então não o substituindo. Esta situação enigmática permaneceu for muitas décadas até o início do século XXI quando a recentemente descoberta do componente "energia escura" apresentou nova esperança para uma consistente cosmologia cíclica.

Um novo modelo cíclico é o modelo da cosmologia de branas de criação do universo, derivado do recente modelo ecpirótico. Ele foi proposto em 2001 por Paul Steinhardt da Princeton University e Neil Turok da Cambridge University. A teoria descreve um universo "explodindo na existência" não somente uma vez, mas repetidamente no tempo. A teoria poderia potencialmente explicar porque uma misteriosa forma de energia repulsiva conhecida como a "constante cosmológica", e a qual está acelerando a expansão do universo, é algumas ordens de magnitude menor que a predita pelo modelo padrão Big Bang.

Um diferente modelo baseado na noção de energia fantasma foi proposto em 2007 por Lauris Baum e Paul Frampton da University of North Carolina at Chapel Hill.

Índice

[esconder]

[editar] O modelo Steinhardt-Turok

Neste modelo cíclico, dois paralelos orbifolds planos ou M-branas colidem periodicamente num espaço dimensionalmente superior. O universo quadridimensional visível situa-se sobre uma destas branas. As colisões correspondem a uma reversão da contração para a expansão, ou um big crunch seguido imediatamente de um big bang. A matéria e radiação que nós vemos hoje seriam geradas durante a mais recente colisão num padrão ditado pelas flutuações quânticas criadas antes pelas branas. Eventualmente, o universo alcançou o estado que nós observamos hoje, antes do início de uma contração novamente muitos bilhões de anos no futuro. A energia escura corresponde a um força entre as branas, e fornece o papel crucial de resolver o problema do monopólo, o problema do horizonte, e o problema da planitude. Além disso os ciclos podem continuar indefinidamente no passado e no futuro, e a solução é um atrator, então pode fornecer uma completa história do universo.

Como Richard C. Tolman mostrou, o modelo cíclico inicial falhou porque o universo submeter-se-ia à inevitável morte térmica termodinâmica. Entretanto, o modelo cíclico escapa disto por ter uma expansão a cada ciclo, prevenindo a entropia de estabelecer-se. Entretanto, existem maiores problemas com o modelo. O primeiro deles é que as branas colidindo não são entendidas pelos teóricos das cordas, e ninguém sabe se o espectro da invariância de escala irá ser destruido pelo big crunch, ou o que ocorre quando duas branas colidem. Além disto, como a inflação cósmica, quando o caráter geral das forças (no cenário ecpirótico, uma força entre duas branas) requerido para criar as flutuações do vácuo é conhecido, não há um candidado da física de partículas. Ainda, o cenário usa algumas idéias essenciais da teoria das cordas, principalmente dimensões extras, branas e orbifolds. A teoria das cordas em si é uma idéia controversa em física.

[editar] O modelo Baum-Frampton

Este modelo cíclico mais recente, de 2007, faz uma diferente suposição técnica concernente a equação de estado da energia escura a qual relaciona pressão e densidade através de um parâmetro w. Assume w < -1 durante todo um ciclo, incluindo o presente. (Em contraste, Steinhardt-Turok supõe que w nunca é menor que -1.) No modelo Baum-Frampton, um trilhonésimo de trilhonésimo (ou menos) de segundo antes de se ter o "Big Rip" a virada ocorre e somente um padrão causal é mantido como nosso universo. O padrão genérico não contém quarks, léptons ou portadores de força somente energia escura e sua entropia desse modo desaparece. O processo adiabático da contração deste muito menor universo toma lugar com o desaparecimento da entropia constante e com nenhuma matéria incluindo qualquer buraco negro os quais se desintegram antes da virada.

A idéia que o universo "volta ao vazio" é uma nova idéia central deste modelo cíclico, e evita muitas dificuldades confrontando matéria em uma fase de contração tal como excessiva formação de estrutura, proliferação e expansão de buracos negros, tão bem como através de fases de transição reversas tais como recombinação, QCD e transições eletrofracas. Qualquer destes tenderia fortemente a produzir um indesejado rebote prematuro, simplesmente para evitar a violação da segunda lei da termodinâmica. A surpreendente condição w < -1 deve ser logicamente inevitável em uma cosmologia verdadeiramente cíclica e infinita por causa do problema da entropia. Não obstante, muitos cálculos são necessários para confirmar a consistência de tal aproximação. Embora o modelo tome idéias da teoria das cordas, não é necessariamente relacionada as cordas, ou a mais elevadas dimensões, embora tais dispositivos especulativos possam prover os mais favoráveis métodos para investigar a consistência interna. O valor de w no modelo Baum-Frampton pode ser arbitrariamente aproximado, mas deve ser menor que -1.

[editar] Modelos distintos

A missão Planck Surveyor deverá fornecer uma medida de w sem precedentes de precisão, dircobrir se w < -1 ou não, e desse modo resolver questões entre os modelos.

Email enviado ao grupo GIGA: http://giga.iqsociety.org/index.htm
Analogies:
Do you think it is possible to investigate the macrocosm structures stablishing
analogies with the microcosm structures? (and using inductive reasoning to
reach the unknown structures...)
This can be the way to conciliate relativistic and quantic theories?
(i saw
and
http://en.wikipedia.org/wiki/Inductive_reasoning
Giuseppe Vicentini
Engineer
Belo Horizonte - BRAZIL

 




Cyclic and Inflationary Universe:





 

Diagrama retirado da página de Cosmologia do Físico Dr. Marcelo Gleiser PhD.

Link:

http://www.dartmouth.edu/~cosmos/research.htm





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